Linhas vermelhas no carro: nostalgia ou segurança no trânsito moderno?
Descubra como o velocímetro mudou no trânsito moderno e qual o papel que os displays analógicos desempenham hoje.

Linhas vermelhas no carro: nostalgia ou segurança no trânsito moderno?
O que há de novo no mundo dos veículos? Uma olhada nos carros modernos mostra que eles agora estão equipados com displays sofisticados, projeções head-up e velocímetros digitais. Esses desenvolvimentos mudaram drasticamente a forma como percebemos e gerenciamos a velocidade. Mas e os velocímetros analógicos clássicos com os quais muitos de nós ainda estamos familiarizados? Correio do Norte relata que cada vez menos carros estão equipados com estes modelos mais antigos à medida que as alternativas modernas se tornam cada vez mais populares.
Os velocímetros analógicos, especialmente aqueles com linhas vermelhas distintas a 30 km/h e 50 km/h, são agora frequentemente vistos como relíquias de tempos passados. Estas linhas vermelhas não são apenas um artifício óptico, mas também cumprem uma função importante. Eles servem como pontos de referência para os motoristas e indicam limites de velocidade, como em áreas residenciais e escolares. Estas marcações encurtam o tempo de resposta, especialmente com velocímetros de escala grosseira. O que é surpreendente é que estas linhas vermelhas não são exigidas por lei, mas são utilizadas voluntariamente pelos fabricantes.
O velocímetro através dos tempos
O próprio velocímetro é um dispositivo interessante que mede e exibe a velocidade dos veículos terrestres. As primeiras variantes, como o tacômetro mecânico, baseavam-se na força centrífuga e foram patenteadas por Diedrich Uhlhorn em 1817. Diferentes tipos de velocímetros evoluíram ao longo dos anos, desde displays analógicos e gráficos de barras até displays digitais. Muitos veículos modernos utilizam sensores em cada roda para medir com precisão a velocidade, o que melhora significativamente a precisão. Este é um claro afastamento da tecnologia inicial, na qual um cabo do velocímetro transmitia a velocidade e estava sujeito a desgaste. Wikipédia explicou.
A relevância do velocímetro vai além de apenas registrar a velocidade. Ao mesmo tempo, a medição da quilometragem, muitas vezes referida como hodômetro, também está associada a isso. Isto significa que as unidades podem não apenas exibir a velocidade de forma confiável, mas também registrar com precisão a rota percorrida. A medição é realizada por pulsos dentro de um determinado intervalo de tempo, sendo permitidos desvios na exibição da velocidade de no máximo 10% para cima, o que significa que o velocímetro nunca deve cair abaixo da velocidade real.
Linhas vermelhas e tecnologia moderna
As linhas vermelhas que ainda podem ser encontradas em alguns veículos lembram-nos a importância de simples acentos visuais. Estes podem ser cruciais para a segurança e orientação no tráfego rodoviário. Porém, devido ao triunfo da publicidade digital, a sua utilização é cada vez mais rara, de modo que desaparecem cada vez mais do cenário das ruas. Algumas marcas de automóveis seguem essas marcações, enquanto outras as renunciam.
Numa época em que os limites de velocidade são automaticamente reconhecidos e comunicados acusticamente não só pelos próprios condutores, mas também pelas tecnologias modernas, não é surpreendente que as visões analógicas estejam a perder importância. Isto mostra-nos que as necessidades dos condutores também estão a evoluir – desde a necessidade de feedback visual imediato até à automatização mais abrangente do processo de condução.
Resta saber se sentiremos falta dos antigos velocímetros analógicos ou não. O fato é que o caminho hoje é muito diferente – e os avanços na tecnologia trazem novos desafios e soluções.