Policiais em disputa judicial: homem acabou em estado vegetativo após implantação!

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Dois policiais enfrentam acusações de agressão durante o mandato, após uma operação que deixou um homem em estado vegetativo.

Zwei Polizisten müssen sich wegen Körperverletzung im Amt verantworten, nach einem Einsatz, der einen Mann ins Wachkoma führte.
Dois policiais enfrentam acusações de agressão durante o mandato, após uma operação que deixou um homem em estado vegetativo.

Policiais em disputa judicial: homem acabou em estado vegetativo após implantação!

O judiciário está de olho em dois policiais que terão que comparecer perante o tribunal distrital de Kassel na sexta-feira, às 9h30. Estas são alegações graves de lesões corporais no cargo, que têm ganhado cada vez mais destaque nos últimos meses. No dia 9 de dezembro será ouvido o caso que diz respeito ao destino de um homem que acabou em estado vegetativo após uma operação policial. Este desenvolvimento levanta muitas questões e lança luz sobre a delicada questão da violência policial e das consequências jurídicas.

A situação começou em setembro de 2022, quando transeuntes relataram a presença de um homem possivelmente bêbado na Rodovia Federal 3, perto de Fuldatal. Os dois policiais foram então alertados e pediram repetidamente ao homem que saísse da estrada. A forte resistência do homem fez com que ele fosse algemado no chão e levado para a viatura. Ele foi transportado de bruços no chão, violando o regulamento, o que é considerado um elemento central da acusação.

Alegações graves e as consequências

O homem muito agitado, que sofria de psicose induzida por drogas, sofreu uma parada cardíaca enquanto dirigia. Os policiais não reconheceram a situação e não iniciaram medidas imediatas de reanimação. Só quando chegou à delegacia é que ficou claro que o homem precisava ser reanimado com urgência. Graças a medidas de resgate posteriores, sua vida foi salva, mas ele sofreu danos cerebrais hipóxicos, que o levaram a um estado vegetativo até sua morte no final de 2023, que foi atribuída a outras causas, segundo reportagem da n-tv.

O quadro jurídico é crucial para o resultado do procedimento. De acordo com o artigo 340.º do Código Penal, um funcionário público é passível de processo se cometer lesões corporais no exercício das suas funções oficiais. As acusações de lesões corporais no cargo, como neste caso, têm graves consequências para os funcionários. Normas legais específicas definem que o excesso de poderes de intervenção pode resultar em processo criminal. As penas variam de multas a penas de prisão de três meses a cinco anos, explica Ferners-Alsdorf.

Assalto no cargo – um tema explosivo

A questão dos danos corporais na conduta oficial tornou-se mais explosiva nos últimos anos. Estas são muitas vezes situações limítrofes em que é difícil distinguir entre coerção legal e lesão corporal criminosa. O aconselhamento jurídico precoce é crucial neste caso, porque, em caso de condenação, os agentes enfrentam consequências graves ao abrigo da legislação da função pública, incluindo uma possível destituição do serviço.

Outro capítulo desta história é o da responsabilidade oficial, em que o Estado é responsável por violações culposas da lei por parte dos seus funcionários. Isto mostra as consequências de longo alcance que tais incidentes podem ter tanto para as pessoas envolvidas como para a instituição policial. As negociações de 9 e 12 de dezembro serão decisivas para determinar como será definido o rumo jurídico neste caso específico.

Neste contexto, resta saber como o tribunal decidirá. Os desenvolvimentos neste caso são significativos, não só para os funcionários envolvidos, mas também para a confiança na prática da advocacia em geral. Ainda há muitas questões que exigem uma discussão honesta sobre a questão da violência policial.