Morreu na prisão: Gerard Lavoie, 75, morreu de causas naturais
Um presidiário das instalações de Archambault, Gerard Lavoie, morreu em 24 de novembro de 2025. Acredita-se que a causa da morte tenha sido causas naturais.

Morreu na prisão: Gerard Lavoie, 75, morreu de causas naturais
Um trágico incidente ocorreu no Établissement Archambault em Sainte-Anne-des-Plaines, Quebec. Em 24 de novembro de 2025, morreu o prisioneiro Gerard Lavoie, de 75 anos, que cumpria pena de prisão perpétua desde agosto de 1973. As informações iniciais sugerem que ele morreu de causas naturais. O anúncio foi feito pelo Service Correctionnel du Canada (SCC), que agora analisará mais de perto as circunstâncias de sua morte. Os familiares de Lavoie já foram informados da sua morte e estão em estado de choque.
A razão pela qual exige que o SCC reveja todas as circunstâncias que rodeiam a morte de um recluso faz parte das directrizes existentes, que também incluem a notificação ao conselho legista. Gerard Lavoie foi condenado em 1973 e passou mais de 52 anos atrás das grades. Durante este longo período de tempo, muita coisa mudou no mundo fora dos muros da prisão.
Uma olhada para trás
Gerard Lavoie será conhecido não apenas por sua condenação, mas também como um dos prisioneiros mais antigos do Canadá. Durante o seu longo período na prisão, houve repetidas discussões sobre as condições de vida na prisão e a possibilidade de programas de reabilitação. Lavoie passou mais de cinco décadas numa vida que parece inimaginável para a maioria das pessoas.
“É uma notícia trágica que chegou até nós”, disse um porta-voz do SCC. “Estamos examinando as circunstâncias do incidente com muito cuidado.” A morte de um preso sempre levanta questões e afeta não só os responsáveis, mas também toda a sociedade que tem que lidar com o sistema prisional e a reabilitação.
Consequências e reações
As reações à morte de Lavoie são variadas. Alguns apelam agora a mais transparência nas prisões e a um debate mais amplo sobre como lidar com os reclusos mais velhos ou com problemas de saúde. Não é apenas uma questão de sistema jurídico, mas também uma questão moral que põe em causa os valores fundamentais da nossa sociedade.
As consequências deste incidente serão certamente discutidas para o tratamento futuro dos prisioneiros e para a sua dignidade humana. “Devemos garantir que as pessoas que vivem nas nossas prisões recebem a dignidade e os cuidados que merecem, mesmo em tempos difíceis”, afirmou um especialista em direitos humanos.
O caso de Gerard Lavoie é um exemplo de que a humanidade não deve se perder nem mesmo no sistema prisional. Nas próximas semanas, o SCC examinará detalhadamente como ocorreu este trágico incidente e que lições devem ser retiradas dele.